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    São mais de dez anos de vivência em diversos tipos de produção de conteúdo.

Do jornalismo diário ao esporte, entretenimento e negócios. Não há como a gente se definir ou se limitar a ser o que desenvolvemos da nossa vida profissional, concorda? Apesar da carreira ser uma coisa importante, e eu valorizo, mas nunca me restringe às oportunidades, que é o que nos mantem em movimento. O Anchieta me formou como pessoa, A PUC me deu embasamento e teoria, e costumo brincar que a Globo me formou na prática através das diversas experiências que pude ter e pelos caminhos que me abriu ao poder viajar. 

 

Minha disputa para controlar o cabelo na ventania para tirar qualquer foto é uma metáfora da minha vida: movimento constante com rumo variado . Muitos acreditam que a beleza está no caminho, de certa forma absorvi essa crença priorizando trabalhar a diversidade no trajeto para chegar, seja onde for, melhor preparada para qualquer coisa, uma versão melhor de mim, ainda que não seja a melhor versão para os outros. 

 

Iniciei no conteúdo de bastidores de novelas, séries e programas de auditório do Projac. Imagina TV Xuxa, Faustão, novela das 9, Trapalhões e tantos outros mas visto de uma outra perspectiva, por trás das câmeras?

Na Copa da África atuei com a tradicional equipe do Jornal O Globo, depois passei pelo Fantástico, Pequenas Empresas e Grandes Negócios, InterTV, Esporte Espetacular, Globoesporte.com, SporTV...
Aprendi tanto e percebi que é um ato infinito, principalmente nesse segmento onde a criatividade é a premissa! E o mussing nasceu desse desejo de imaginar o mundo como um grande set de gravações.

É mover-se e experimentar para trazer conteúdos que mostrem novas realidades que estão mudando vidas e nossa relação com o planeta.  Não subestimo a história e a capacidade de ninguém, nem a minha, porque somente nós sabemos o que passamos, o que enfrentamos para nos tornar quem somos, e somos todos invariavelmente diferentes.

Também passei por agência, jornal internacional, revista e muitos projetos enriquecedores. Hoje tenho certeza que o trabalho da informação não está restrito a trabalhar dentro de uma grande empresa, ela pode impactar quando se torna ação.
E esse é um dos nossos sonhos: aumentar o conhecimento da diversidade para promover ações transformadoras através das infinitas histórias que acontecem por aí.

 

Em cada era o homem buscou nos recursos uma forma de evoluir. Na sociedade contemporânea os recursos são diversos e podem ser autodestrutivos, tanto para o homem quanto para a natureza que ele habita. O conteúdo feito com seriedade e propósito por profissionais de diversas áreas é que traz a credibilidade.

Tudo que é utilizado sem sabedoria se esgota. 

Inclusive a vida. 

Mantenha o movimento. 

#keepmussing

Bem-vindos!

em movimento...

O compromisso é refletir a partir de diversas perspectivas

para auxiliar na evolução do nosso convívio e experiência

 

A informação e a educação são fundamentais ao desenvolvimento

Troquei de biografia para carreira, depois para experiências, trabalhos, currículo...Não combinou.

 

Movimento é uma excelente palavra e, por outro lado, tem tudo a ver com o conceito #keepmussing. 

O que sinto e percebo atualmente é que uma parte das pessoas se deixam estagnar pela objeção alheia, pelas regras que não sabem de onde vem, pelo preconceito limitante, pelas expectativas e convenções construídas no reduto onde vivem, nascem ou frequentam.

Aliás, de que maneira está certo viver?

Por que as pessoas perdem tempo analisando ou julgando como os outros vivem?

Existe alguma maneira certa?

Só consigo ver uma resposta: viver é uma intimidade que faz sentido para cada de forma diferente. É o tipo de coisaEu sou sagitariana com ascendente em aquário, para quem entende desse parangolê, sabe o quanto a libertadde e ausência de rotina são um imã nessa minha existência. Para fechar esse rolo, ainda tenho lua em câncer, amigos. Para ver que nada é simples nesse mundão maravilhoso.

 

Nasci em Nova Friburgo, morei em quatro cidades, já tive 11 moradias, fiz faculdade de jornalismo, realizei meu primeiro sonho profissional que era ter um emprego na Globo, depois o segundo, que entrar no jornalismo esportivo, e depois o terceiro: participar da Cobertura da Copa do Mundo. Ai eu sai desse universo e o mundo se abriu. Sem crachá, folha de ponto ou chefes para determinar a criatividade, horários ou caminhos, eu deixei  as coisas rolarem. Não sabia pra onde seguir.

 

Produzi uma série de futebol para uma TV do Iraque, participei de um programa ao vivo pra escolher uma narradora de futebol, trabalhei com o Zico, com o Felipe Neto, passei a ser agente da minha casa no Airbnb, engajei com outras profissonais um movimento contra o assédio e o machismo no futebol, produzi uma paródia da Copa com uma das músicas mais lindas da ultima década com uma compositadora que não é nem gente, é anjo, como ela diz. Frequentei programas de mesa redonda de futebol e fui, finalmente para Patagônia conhecer o Fim do Mundo, que fechei uma parceria de conteúdo com uma startup de Portugal (Globestamp) que escrevi uma série toda em inglês.

Ufa. E eu até outro dia achava que não estava fazendo muita coisa.  

 

Sendo mais profiça. Me formei na PUC Rio em Jornalismo, antes estagiei na departamento da faculdade, escrevi e produzi para a revista de Noivas Rio de Janeiro, trabalhei nas Agências de Notícias Rio de Janeiro e Setorial News, focada no mercado de energia, mudei para os Estados Unidos onde trabalhei como ajudante de cozinha num restaurante grego, de atendente num restaurante japonês, panfletei e fiz a cobertura do Festival de Cinema Internacional de San Diego. Trabalhei como gerente de relacionamento de festas e eventos, fui produtora, apresentadora, repórter, videomaker e editora.

Agora tô aqui, iniciando o #keepmussing com vocês!